Volta o meu filho a casa

Volta o meu filho a casa.
Brisa marinha ainda nos cabelos.
Há medo conquistado
No seu andar e no prazer da viagem.

E de salgada espuma
Ainda arde em brilho a face requeimada.
Tão já fruto maduro
No odor bravio e ardor de estranhos sóis.

Os meus braços rodeiam
Quem para além de mim cresceu alheio
Entregue a um outro mundo —
Algo que é meu e tão de mim distante.

Stefan George

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